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sexta-feira, 16 de novembro de 2012

PetDica: Cães em festas de casamento

 Dicas bem legais retiradas do blog Cachorro.me:


Cães em festas de casamento (link)

Cachorro em casamento dá certo? Pelo jeito sim. Confira nossa seleção de fotos e informações sobre o assunto.

Os cães nos fazem companhia diariamente e estão conosco em diversos momentos importantes das nossas vidas. Criamos laços afetivos tão fortes com esses animais que sem perceber, eles estão presentes em diversas comemorações com amigos e familiares.
Alguns casais amam tanto seus cães que fazem questão da presença deles em seus casamentos. E você? Já pensou em ter seu amigo de quatro patas nessa data tão importante? Sim, seu cãozinho pode participar da cerimônia de casamento. Se você gostou da ideia confira o que precisa planejar para ter esse convidado especial presente e tudo sair como esperado:

Casamento realizado na igreja

É imprescindível conversar com o padre sobre a possibilidade da entrada do cão. Não há nada que proíba, mas para prevenir imprevistos e cenas constrangedoras, é melhor ter essa certeza. A nossa dica para quem for criarconvites personalizados com a cara do casamento, é dar um jeitinho de mostrar que seu cão será um convidado da cerimônia. Assim, o cãozinho já será uma presença esperada por todos os convidados também.

Cão como convidado

Se o seu cão será mais que um convidado e você pretende que ele entre na cerimônia também, opte que alguém o guie pela coleira. Se o animal é calmo e deporte pequeno, ele pode ser levado pelas daminhas e o pajem. (Esse momento renderá fotos ótimas!) Tudo isso será ainda mais bonito e bem aproveitado se o casamento for realizado em espaço aberto, de preferência em chácaras ou clubes que são mais apropriados para o cão.

Alianças entregues pelo cão

Há quem opte por suas alianças sejam entregue pelos cães. Se você gosta da idéia, as alianças geralmente são levadas em uma almofada presa nas costas do cão. Nós recomendamos que esse “truque” seja ensaiado com o cão antes da cerimônia acontecer de verdade. Imagina seu cãozinho correndo para a direção oposta a desejada? rs

Traje especial

Já que seu cão fará parte da comemoração, nada melhor que ele também tenha seutraje de gala canino. Em pet shops existem algumas opções a venda.Coleirinhas com strass para fêmeas e gravatinhas também são boas opções para compor o visual. Se a intenção é fazer com que o cão tenha uma roupa que combine com toda a festa, também é possível mandar fazer o traje (ou costurar em casa mesmo se a criatividade estiver a mil!)

Cuidados com o cão na cerimônia

Antes da cerimônia, leve seu cão para passear e assegure-se de que ele tenha feito suas necessidades. Também é importante estar atento ao período que seu cão ficará na festa. Caso não haja um local calmo e com acomodações adequadas, planeje alguém que possa levá-lo para o conforto do lar. A festa será em um local desconhecido para o animal, com muitas pessoas, música e agitação. Então, após o cão ter participado da cerimônia, ter curtido com os convidados e participado da seção de fotos, é hora de voltar para casa.
Como já comentamos, a cerimônia será um local agitado e desconhecido para seu cão, então por mais manso que ele seja, mantenha-o na coleira. Assim, apenas convidados que gostem de cães irão se apoximar. Já quem tem medo, poderá manter distância e evitar aborrecimentos em um momento de descontração.
Então se você gostou da ideia de ter seu cachorro na festa de casamento, confira nossa galeria para se inspirar!

sexta-feira, 9 de novembro de 2012

PetDica: Meu cão sumiu! Saiba o que fazer para evitar fugas e como agir em casos de desaparecimentos

Matéria muito interessante do portal Primeira Edição:

Meu cão sumiu! Saiba o que fazer para evitar fugas e como agir em casos de desaparecimentos (llink)

06/11/2012 11:18

Jessica Pacheco
Ilustração

Animal que já teve dono dificilmente sobrevive nas ruas
Por descuido ou acidente, o seu cãozinho ou gatinho sumiu da sua casa. Hora de se acalmar e saber algumas dicas que podem aumentar as chances de você reencontrar o seu animalzinho.
Primeira Edição  buscou algumas dicas com a voluntária da ONG Grupo Vida Animal de Maceió (GVAM), Luceli Mergulho, que atua com a causa animal há anos e sempre se depara com casos de animais desaparecidos.
“Ao contrário de uma criança que se perde, o animal não consegue dizer o nome da mãe ou do pai, ou onde mora, o que complica a situação ainda mais. Não estou comparando as situações, ou dizendo que é pior, apenas que é mais complicado”, explicou a Luceli, afirmando que as atitudes que o dono toma de imediato ao desaparecimento pode aumentar muitos as chances de encontrar o animal.
Jessica Pacheco

Luceli Mergulhão é voluntária do GVAm...
Para Luceli, é aconselhável que o dono do animal se mantenha precavido para evitar esse tipo de sofrimento, seja com coleirinha com identificação ou com os cuidados necessários ao abrir o portão de casa, por exemplo.
“Hoje já existe o microchip que é aplicando sob a pele do animal, é melhor para o caso de alguém mal intencionado. Mas a coleirinha com o nome do animal e o seu telefone é suficiente”, avaliou ela. “Agora, o mais importante e essencial é a segurança do seu animal, ou seja, prevenir ainda é o melhor remédio”, garantiu.
Segundo a voluntária do GVAM, um animal acostumado em casa, com os cuidados dados pelo dono tem menos chances de sobreviver nas ruas, do que um cão que nasceu na rua.
Uma ‘arma’ que tem sido usado ultimamente por donos de animais desaparecidos e por ONGs como o GVAM que ajudam nessa procurar são as redes sociais. De acordo com Luceli, as chances de encontrar um animal desaparecido, ou até mesmo uma pessoa, aumenta muito com o compartilhamento de informações. Apesar disso, para Luceli, as redes sociais ainda são poucos usadas pelas pessoas.
“É bom que mostremos a todos que compartilhar é grátis e ajuda,mas para que surta efeito tem que ser quantitativamente, pois uma campanha bem feita e insistente não só ajuda como faz acontecer”, finalizou.
Confira abaixo algumas dicas do GVAM para o caso do sumiço de seu animalzinho:
1 – PERGUNTE
A primeira coisa a fazer é perguntar nas imediações da residência do animal se alguém o viu e pedir para que avisem caso o vejam;
É importante também percorrer todos os pet e clínica da redondeza;
2 – FIXAR FOTOS
- Em postes, pets shops, clínicas e casa que vendem material para animais;
Uma coisa que dispomos atualmente é os sites, blogs e redes sociais na internet, então deve-se explorar bem esse “boca a boca”gratuito e tão abrangente;
Tudo isso devem ser feitos ao mesmo tempo e rápido, pois o animal quando sai de sua casa costuma vagar para bem longe.
3 - PREVENÇÃO
- Deve-se manter o animal em um espaço seguro em caso de festas ou onde tenha muitas pessoas de fora transitando na casa;
Portão sempre bem trancado,mesmo quando tem alguém em casa;
- Nunca sair com o animal sem a colerinha, pois ele pode ver um amiguinho de rua e sair acompanhando;
Temos que ter cuidado ao sair com o carro, verifique se seu animal está em lugar seguro para evitar acidentes ou que ele sai antes do carro e fuja;
Nunca deixar seu animal da aquela voltinha na rua sozinho, um dia ele vai e não volta;
Devemos evitar deixar crianças pequenas segurar a guia do animal, principalmente se estiver sozinha, pois ele pode se assustar e soltar o animal;
A castração ajuda evitando que o animal sai sem rumo atrás de cadelas ou a cadela a procura de parceiros;
Manter o animal com uma coleirinha de identificação, ou uma plaquinha ou o microchip implantado.
4 - SOLIDARIEDADE
Caso encontre um animal visivelmente perdido na rua, ajuda. Recolha o animal e tome as mesmas providências, perguntando nas imediações e fixando fotos do animal para que assim encontre os donos. As chances de um animal se perder e sobreviver na rua são mínimas.

sexta-feira, 28 de setembro de 2012

PetDica: Cachorro não precisa de agasalho

 Uma boa dica de leitura para aqueles que cobrem os seus bichinhos das patas à cabeça! Saiu no Saúde:

Cachorro não precisa de agasalho (link)

Gorro, casaquinho e, não raro, cachecol e meias! Se você acha que cobrir seu bicho das patas à cabeça vai protegê-lo do frio, saiba que, além de deixá-lo desconfortável, isso pode ser um perigo e tantopor Elaine Moraes
design GIOVANNI TINTI

Chega o frio. E aí, com a melhor das intenções ou, vamos ser francos, por puro exibicionismo, você resolve vestir o seu cão com roupas para dias de temperatura mínima, como se ele já não fosse munido por natureza de pelagem, curta ou longa, não importa. Antes de montar um guarda-roupa completo para o seu bicho passear nesta estação, alto lá. Bom senso, por favor, até por questões de saúde.


De acordo com Mario Marcondes, diretor clínico do Hospital Veterinário Sena Madureira, em São Paulo, muita gente peca pelo exagero quando resolve encapotar o pobre animal e faz de um passeio com o cachorro um desfile de modelitos fashion. Além de inútil, tanta roupa pode botar o cão em risco, alerta o veterinário. O cachecol, por exemplo, às vezes provoca acidentes quando ele, tentando se desvencilhar da peça, acaba se enforcando.


Cães de pelagem longa definitivamente não precisam de roupa nenhuma, por mais frio que esteja o clima. Os que estão acima do peso, mesmo que sejam de uma raça de pelagem curta, também não. A própria gordura corporal já os deixa aquecidos, justifica o veterinário José Manuel Mourino, da Clínica Pet Place, em São Paulo. Se você teimar em agasalhar seu pet peludo ou gordo, só vai contribuir para uma bela hipertermia, quando a temperatura do corpo sobe além da conta.


As raças de pelo curto até podem aderir à moda, desde que você note que, de fato, seu cachorro sente frio (veja os sinais abaixo). No caso, escolha uma única peça e muito importante também observe se ela não tolhe os movimentos. Aliás, o ideal é que o animal seja acostumado à novidade aos poucos. E, se perceber que não quer mesmo saber de sair vestido, o melhor é não insistir. Para alguns, o contato do tecido com o corpo pode provocar um coça-coça sem fim e até mesmo uma doença de pele, se houver predisposição. O que tem que prevalecer sempre é o conforto, conclui Mourino.


NÃO INVENTE MODA
Tecidos sintéticos e de lã costumam causar alergias. Prefira os de algodão ou malha macia.

Sapatos? Nem pensar! Além de incômodos, fazem o cão perder o tato, que no caso é sentido principalmente por meio das patas.

Se o bicho é gordinho ou tem pelos longos, deixe as roupas de lado e, no máximo, providencie um edredom ou travesseiro, só para dar aconchego na hora da soneca em noites mais frias.


DOIS SINAIS DE FRIO
1. Ele tem ataques de tremedeira.
2. As orelhas e as patas ficam bem mais frias do que o normal.

segunda-feira, 24 de setembro de 2012

PetDica: Quer adotar um novo cão? Saiba como fazer para adaptá-lo ao novo lar

 Matéria muito legal publicada no R7.


Quer adotar um novo cão? Saiba como fazer para adaptá-lo ao novo lar. (link)

Especialista em comportamento animal dá dicas de como receber seu novo amigo
Do R7


ChayReprodução/Sarita Dal Pozzo
Chayene, SRD de aproximadamente quatro anos, há um mês ganhou um novo lar

Se você é daquelas pessoas que não podem ver a foto de um bichinho para adoção que já quer levá-lo para casa, parabéns! Você é uma pessoa de coração nobre,mas saiba que, para receber seu novo amigo, alguns cuidados são necessários, principalmente se já houver um cão na sua casa.

Antes de qualquer coisa, é preciso saber se o seu cão é sociável com outros animais, como ele interage.

No caso de um idoso, só pegue outro animal se ele estiver bem de saúde, para não causar estresse demais ao seu velho amigo. Adotar um filhote, nessas condições, não é recomendável, um cão idoso precisa de todo cuidado e atenção.

Após decidir pela adoção e escolher o seu candidato a novo pet, faça alguns encontros com os cães antes de levá-lo definitivamente para casa. O ideal é que isso ocorra num ambiente neutro, para que seu cão não se sinta ameaçado ou invadido. Neste caso ele pode reagir muito mal.


A seguir, a especialista em comportamento animal Yara Hirano, dá algumas dicas de como deve ser esta aproximação:

— Lembre-se, ambiente neutro, o ideal é fazer numa praça ou parque em horário mais tranquilo sem muito movimento.

Yara explica ainda que esta é apenas uma das formas de apresentação, e que este processo requer paciência e pode levar algum tempo, dependendo do estado de cada cão. É desaconselhável apresentá-los se houver sinais de ansiedade ou agressividade.
Agora, se todas as etapas forem bem sucedidas, boa sorte e seja feliz com seu novo amigo.

Petbooking - o jeito certo de encontrar o hotel para seu cachorro ou gato

quarta-feira, 19 de setembro de 2012

PetDica: Piscina liberada para cachorro

 Bem legal essa dica publicada no blog do Estadão:


Piscina liberada para cachorro (link)

POR MARCELA RODRIGUES SILVA


Há 1 ano e 6 meses, A beagle Kika em de 2 anos, fazia sua primeira aula de natação. Era um dia quente de sol e, segura com um colete, Kika deu seu primeiro mergulho na piscina do Pet Hotel Dog Life, na Penha, zona leste. O exercício não era frescura de cadelinha de madame, mas uma recomendação veterinária. Kika estava acima do peso e, agitada, descontava tudo nos móveis da dona, a bancária Karina Capitani, de 30 anos. “Recorri à natação para ajudar na socialização dela, na saúde e também para ela brincar e gastar energia, já que, se fica à toa em casa, ela sempre apronta”, conta Karina.
As atividades de cães na água têm sido grandes aliadas quando o assunto é combater o sedentarismo. Segundo o veterinário João Carlos Colombo, do Pet Hotel Dog Life, a atividade beneficia o aparelho cardiorrespiratório, fortalece a musculatura e favorece o gasto de energia.
“Pelo impacto na água ser muito menor, o exercício também é indicado para animais com problemas nas articulações, entre outros, pois evita lesões e impactos nas articulações. E ainda é divertido para o pet”, explica.


A beagle Kika em em aula de natação (Foto: Divulgação/Pet Dog Life)


E Karina já até calcula os benefícios no comportamento da cadela Kika. “Ela nada como um peixinho. Nos dias de natação, fica muito calma. Ela chega em casa, faz suas necessidades e logo vai dormir, de tão cansada”, conta.
No Dog Life é usada uma piscina de 10 metros de comprimento e profundidade de até 60 centímetros de água, com rampas para facilitar o acesso dos cães, nas primeiras aulas. No início, o cão conhece a piscina ainda vazia, só depois a água é introduzida. Depois da fase de adaptação, os cães são conduzidos para uma piscina maior. “Uma das técnicas que utilizamos para garantir uma aula tranquila é carregar o cão com colete salva-vidas em nossos braços e, com o corpo submerso, aos poucos soltarmos o animal, sem traumas”, esclarece.
Adestradora da Equipe da Cão Cidadão, Cassia Rabelo Cardoso dos Santos explica que, para facilitar a adaptação do pet na água, o dono sempre deve acompanhá-lo no primeiro dia. Além disso, normalmente os treinadores lançam mão de ferramentas para acalmá-los. “Se o cão gosta muito de um brinquedo ou petisco, incentivá-lo a entrar na água com eles facilita o processo de adaptação, já que associará o momento a algo positivo.”
Segundo Colombo, a frequência das atividades deve ser de no máximo três vezes por semana e não é aconselhável a permanência do animal por mais de duas horas na piscina. “Se a água for clorada, o cuidado deve ser ainda maior, já que a substância danifica a pelagem do cão. Nesse caso, é necessário dar um banho no pet logo após a natação e secar bem a pelagem em seguida, para evitar infecções”, explica.
Sem trauma na água
Segundo Cassia, os cães são animais que se adaptam facilmente às brincadeiras no meio aquático, sobretudo os das raças labrador, golden retriever e cocker spaniel. “O cão d’água português e o terra-nova são as que nadam melhor e, inclusive, são usados como cão salva-vidas.”
No entanto, como não se trata de um comportamento intrínseco à espécie, não basta empurrá-los diretamente na piscina. E pior: pode traumatizar. “Não se deve jogar o cão na água, achando que ele irá gostar da experiência. Ele pode ficar traumatizado ao se ver sem apoio para as patas, além da angústia da dificuldade para respirar”, alerta.
Cássia indica observar o cão individualmente, para saber se ele pode ou não ser considerado apto ou ter interesse nessa prática. De preferência, ela alerta, antes de colocá-lo na aula, leve-o ao veterinário, para certificar-se de que está tudo certo com sua saúde.

LIBERE SUA PISCINA:

>> Antes de matriculá-lo na aula de natação, leve-o ao veterinário
> > A primeira aula deve ser
acompanhada pelo dono
> > Jamais jogue o cão na água, pois isso poderá traumatizá-lo
> > Para facilitar a adaptação na água, coloque brinquedos e petiscos, para o animal se distrair e brincar
> > Ensine-o a sair da piscina para não haver risco de afogamento


Petbooking - o jeito certo de encontrar o hotel para seu cachorro ou gato

terça-feira, 18 de setembro de 2012

PetDica: Check up anual: animais também precisam fazer!

 Saiu no portal R7:


Check up anual: animais também precisam fazer! (link)

Exames previnem aparecimento de doenças e garantem velhice tranquila
Do R7

om o aumento da expectativa de vida dos animais domésticos ao longo dos anos, juntamente com os avanços da medicina veterinária, os exames de rotina que previnem doenças e garantem uma velhice mais tranquila se fazem necessários, agora também para os pets. Confira no vídeo a reportagem.


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segunda-feira, 17 de setembro de 2012

PetDica: Sorvetes especiais e outras táticas aliviam o calor dos cachorros no verão

 Essa matéria já saiu há algum tempo, mas como em várias regiões do Brasil o calor está intenso, é bem legal dar uma lida! Saiu no UOL:

Sorvetes especiais e outras táticas aliviam o calor dos cachorros no verão (link)

  Quando a fêmea Pipoca, filhote de pastor alemão de oito meses, recebe seu pote de água em dias quentes, não tem dúvida: bate a pata na vasilha e espalha o líquido fresquinho pelo chão. “Depois, deita em cima. Ela faz isso sempre”, comenta a dona, a jornalista Paula Prado. Os cachorros têm suas técnicas -instintivas ou um tanto mais elaboradas, como a de Pipoca- para tentar se refrescar no verão. Os humanos também usam algumas táticas para ajudar, como sorvetes especiais para bichos.
“Nessa época, é comum diminuir o apetite dos cães e aumentar a ingestão de água”, explica o veterinário Daniel Lima. No caso dos donos que costumam inventar artimanhas para auxiliar seus animais de estimação, é importante colocar sempre a saúde do bichinho em primeiro lugar. Oferecer sorvete normal pode não ser uma boa ideia.
“O produto contém açúcar, lactose e gordura, e pode causar vômito e diarreia, especialmente se o animal não estiver acostumado”, comenta Daniel. Pensando nisso, as irmãs Thais e Juliana Mucher, ambas veterinárias e donas de yorkshires, desenvolveram um sorvete especial para cães, o Icepet. “Foi pelos nossos cachorros mesmo, que sempre gostaram de sorvete. Como não faz bem, resolvemos criar um que não fizesse mal”, lembra Thais.
A guloseima vem nos sabores bacon, creme, menta, chocolate e morango (o preferido da cachorrada), e foi desenvolvido para os bichinhos. Daniel alerta, porém, que esse e outros petiscos não devem jamais substituir as refeições normais. “Ele deve ser dado em quantidade pequena para não prejudicar a alimentação regular. E não pode ser oferecido para cachorros diabéticos ou com alergia a lactose”. Caso o cachorro tenha qualquer restrição alimentar, o ideal é consultar antes o veterinário.

Prepare em casa uma receita de sorvete para cachorros

Cozinhe por 20 minutos na panela de pressão meio quilo de carcaça ou partes de frango, uma colher de chá rasa de sal, dois talos de salsão, meia cebola e um litro de água. Coe o caldo e leve para geladeira por uma hora. Depois desse tempo, a gordura do alimento ficará na superfície. Retire com uma colher e coloque o caldo restante em forminhas de gelo. Espere congelar e ofereça ao animal. O truque vai ajudá-lo a manter a temperatura corporal mais baixa.
Receita de Marcelo Quinzani, diretor do hospital veterinário Pet Care

Sombra, fruta e água fresca

Marcelo Quinzani, diretor do hospital veterinário Pet Care, sugere algumas outras técnicas para aplacar o calor dos animais. “Podemos fazer ‘sorvete para cães’ com caldo de carne ou legumes (veja quadro ao lado) ou mesmo oferecer a maioria das frutas da estação, como melancia, melão, uvas, maçãs, peras ou mamão, sempre observando se não causa nenhum efeito colateral para o animal como diarreia, vômitos ou gases.”
Sempre vale, é claro, o bom senso: a porção deve ser proporcional ao tamanho do animal, sem que ele perca a fome ou deixe de comer o volume de ração indicada para a idade dele. “Frutas ácidas e gordurosas devem ser evitadas”, completa Daniel.
Como em épocas mais quentes o apetite dos cães costuma diminuir, o veterinário recomenda também dividir a ração diária em porções menores e oferecer um pouco de cada vez ao animal, ao longo do dia. “Assim, não sobrecarrega o estômago. Manter a água fresquinha e colocar alguns cubos de gelo também pode ajudar”, aconselha.
A sombra, no entanto, é a maior aliada dos bichinhos. Evite passeios em locais quentes ou nos horários de pico, e mantenha-o em ambiente com proteção do sol e ventilado. Se for passear de carro, viagens muito longas não são recomendadas, muito menos deixar o animal dentro do carro.
Em dias de chuva, é importante também evitar contato com enchente e águas paradas, devido à possibilidade de contato com urina de rato, que transmite leptospirose.

Divulgação
  • Gelos "com sabor" ajudam animais de estimação
Tosa adequada

Os cachorros sofrerão mais no verão se estiverem com a pelagem muito densa -inclusive com pulgas, que podem proliferar em ambientes úmidos e quentes. “Tanto para mantê-los mais frescos como para controle de pulgas e problemas de pele, recomendamos a tosa mais baixa”, argumenta Marcelo.
Diferentemente de seus donos, os cachorros não transpiram pela pele. “A troca de calor se dá pela boca. Por isso, eles estão sempre ofegantes no verão”, explica Daniel. O pelo, que funciona como um isolante térmico, mantém a temperatura do corpo dos cães a uma média de 39,5 graus, um pouco acima da temperatura ambiente média.

Cuidado com a hipertermia

Como a área corporal que os cachorros possuem para transpirar é pequena em relação ao tamanho do corpo, eles correm o risco de hipertermia. São as condições ambientais áridas, com excesso de calor ou umidade, que podem levar ao superaquecimento dos animais.
“Cães submetidos a condições como passeios em horas quentes do dia, exercícios vigorosos ou ambientes fechados como carros com restrição de água podem desenvolver o problema”, comenta Marcelo.

Divulgação
  • Os cachorros têm suas técnicas para se refrescar
A respiração é a forma mais eficiente que os cachorros possuem de perder calor, e contam com a caixa craniana como “aparelho refrigerador”. Cachorros de focinho curto têm ainda mais dificuldade nesse processo, pelo pouco espaço que possuem, explica o veterinário: “cães braquicéfalos como das raças buldogue, boxer, pug, lhasa apso, shih tzu e boston terrier estão mais suscetíveis, pois anatomicamente já são desfavorecidos”. Segundo Daniel, cachorros de raças típicas de habitats mais frios, como husky siberiano e akita inu, também sofrem mais nessa época do ano.
Além de problemas respiratórios e taquicardia, a hipertermia pode até mesmo levar o animal à morte. Por isso, os donos devem ter cuidado dobrado com as condições de sombra e ventilação dos ambientes pelos quais o animal circula nos dias mais quentes, evitar exposição excessiva ao sol e calor e manter a tosa em dia. “Evite sair para passear com o cachorro logo após a refeição também”, acrescenta Daniel.

Petbooking - o jeito certo de encontrar o hotel para seu cachorro ou gato

sexta-feira, 14 de setembro de 2012

PetDica: Para viajar de avião com o cão: Cuidados e Preparativos

 Depois de uma notícia triste de mais uma cachorrinha desaparecida durante uma viagem de avião, não custa nada prestar atenção as dicas dadas no blog do Dr. Pet:


Para viajar de avião com o cão: Cuidados e Preparativos (link)

Por Equipe Cão Cidadão
cao viajem 1024x680 Para viajar de avião com o cão: Cuidados e Preparativos
Este é um assunto que gera muitas dúvidas. Primeiramente, existem diversas regras a serem seguidas, dependendo do destino de sua viajem e das regras da companhia aérea que você pretende utilizar. Vamos focar, aqui, os cuidados e preparativos referentes ao bem estar do cão. Mas antes de fazer as malas, lembre-se de averiguar alguns detalhes importantes: alguns países têm regras rígidas com relação a hóspedes de quatro patas. O Reino Unido, por exemplo, exige que o animal fique de quarentena, seja microchipado e apresente o resultado de teste de anticorpos. Outros países não aceitam animais vindos do Brasil. Pesquise o assunto cuidadosamente para não ter surpresas desagradáveis.
Se o seu cão é de porte pequeno, você poderá dar preferência a vôos que permitam que o bicho viaje na cabine. Cães de porte maior provavelmente irão viajar em outro compartimento do avião, em uma caixa de transporte. Nos dois casos devemos realizar um treino para que o cão considere essa caixa um ambiente muito seguro e agradável.
O treino é muito interessante, pois consiste em resgatar o instinto de se entocar do animal. Criamos uma toca para ele, na qual ele deverá se sentir extremamente confortável. Trabalharemos de forma gradual. O primeiro passo visa apenas a entrar na caixa: podemos estimulá-lo com comida (jogar petiscos para ele busque lá dentro), colocando um pano ou cobertor que ele esteja familiarizado. Quando o cão adentra, pode-se acariciá-lo ou promover uma interação com seus brinquedos. Nunca force o animal a entrar na caixa, nem brigue com ele quando estiver lá dentro. Lembre-se: esse deve ser o lugar mais confortável e protegido possível na mente do animal.
Com essa dinâmica estabelecida, começa-se a pedir comandos de “fica” dentro da caixa (com a portinhola inicialmente aberta), graduamos de maneira que possamos inicialmente permanecer no cômodo olhando para o cão, depois sem que ele seja capaz de nos observar, até conseguirmos sair do cômodo e o cão continuar na caixa. É o momento, então, de começar a fechar a portinhola e prosseguir com o mesmo treino (nesse caso, como ele já esta habituado a permanecer na caixa, provavelmente não ficará estressado se fecharmos a portinha. No entanto, fazer isso de uma hora para outra pode trazer um grande desconforto e gerar ansiedade).
A caixa de transporte deve ter um tamanho suficiente para que o bicho possa se levantar e conseguir rodar, porém determinadas companhias irão determinar um tamanho especifico, pesquise isto. Lembrete: passeie com o cão para que faça suas necessidades antes da hora do embarque. O uso de sedativos e calmantes deve ser prescrito por um veterinário: há uma série de cuidados a serem tomados nesse caso. O efeito do sedativo em determinados cães pode ser o oposto do desejado: ao invés de relaxar, alguns medicamentos excitam o animal, o que pode ser extremamente perigoso.
Resumindo: informe-se a respeito de legislação para entrada de animais em outros países; pesquise diversas companhias aéreas e seus regulamentos; tenha um bom médico veterinário para orientação; e faça o treino recomendado. Considere a complexidade do caso e, se necessário, peça auxílio de um profissional. Tenha uma boa viajem!
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quarta-feira, 12 de setembro de 2012

PetDica: Como usar corretamente a palavra NÃO

Saiu no blog do Dr.Pet e é bem interessante!


Como usar corretamente a palavra NÃO (link)

Por Equipe Cão Cidadão
apresentar caes a outros caes 300x214 Como usar corretamente a palavra NÃO
Muitos donos de cães nos relatam que seus pets não sabem o sentido da palavra "não". Inclusive, parecem até que entendem o contrário, pois mesmo ouvindo o "não" continuam fazendo o comportamento errado e, muitas vezes, ficam até mais entusiasmados depois de ouvir a bronca! Isso acontece pois realmente o cão não sabe o que o "não" quer dizer, porque não foram ensinados apropriadamente.
Como todo comando, o "não" também deve ser ensinado. Primeiramente, é importante entender o que essa palavra significa. Para muitos, é simplesmente uma bronca, uma palavra para sinalizar que o cão ficará de castigo se continuar tendo um comportamento errado. Mas o "não" deve passar a seguinte mensagem: "Você não vai conseguir o que você quer, portanto pare!". Como fazer o animal entender isso? Com o cão usando guia e coleira, você pode fazer um rápido treino, jogando um petisco no chão, fora do alcance do cachorro. Assim que ele tentar pegar a comida, e a guia esticar, diga "não"! – se assegurando que ele não conseguirá pegar o petisco. Desta forma, estamos mostrando, sem sustos, medo ou violência, o que o "não" significa: "Você não vai conseguir pegar o petisco". Repita o exercício algumas vezes, e lembre-se de recompensar o pet se ele não tentar mais pegar a comida do chão. Esse exercício pode ser repetido em outras situações, como ao passar por uma porta, por exemplo. Se seu cão sair em disparada, assim que a guia esticar fazendo com que ele não passe pela porta, fale o "não". Se ele não tentar passar, lembre-se de recompensá-lo! Frustrando as tentativas do animal de fazer algo errado, ensinamos limites de forma clara e gentil.
Agora seu pet já sabe o que significa o "não", seguem abaixo mais algumas dicas que ajudarão você e seu amigo a se entenderem melhor:
• O "não" deve ser dito antes de o cão realizar o comportamento errado, não depois que já fez. Por exemplo: não adianta dar a bronca depois que o cachorro já subiu no sofá, mas sim quando ele ainda está no chão, prestes a pular;
• Evite falar o "não" à toa. Um exemplo é quando estamos muito distantes de um cão para evitar um comportamento errado, e começamos a gritar "não!! não!!". Neste caso, é provável que o cãozinho nem relacione a sua bronca com o comportamento indesejado;
• Cuidado para não usar o nome do seu cão junto à bronca. "Totó, não!! Não, Totó!!!". Logo, ele irá associar que seu nome também tem uma característica punitiva, e poderá até evitar vir quando chamado, pois entende que fez algo errado;
• Lembre-se de que muitos cães têm comportamentos errados, pois só assim conseguem a atenção das pessoas. Um exemplo é o pet que percebe que, sempre ao pular no sofá, alguém aparece para dar um bronca e tirá-lo de lá. Se o cãozinho deseja interação, passará a repetir o comportamento errado, ignorando o não, pois conseguiu o que queria — a atenção de alguém. Por isso, além de ensinar o significado do "não", é ainda mais importante ensinar comandos e comportamentos substitutos, para que o cachorro chame atenção das pessoas e seja recompensado pelos comportamentos certos.
A metodologia do Adestramento Inteligente visa recompensar os comportamentos desejados para que eles ocorram com mais frequência, e impedir ou interromper os comportamentos errados, para que esses parem de acontecer. Nunca interrompa ou puna seu cão de forma brusca, violenta ou agressiva. Lembre-se de que, focar nas atitudes corretas é a melhor forma de ensinar comportamentos corretos e duradouros ao seu amigo de quatro patas!
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Texto: Juliana Yuri (Adestradora da Cão Cidadão)
Revisão e Edição Final: Alex Candido

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quinta-feira, 6 de setembro de 2012

PetDica: Dicas para fotografar melhor seus animais de estimação

 Saiu no Techtudo:


Dicas para fotografar melhor seus animais de estimação (link) 

Se você tem um bichinho de estimação, certamente já tentou fotografá-lo e, ao fazer isso, percebeu que não é uma foto fácil de fazer. Saiba que até os fotógrafos profissionais levam certo tempo para conseguir a imagem que querem. No entanto, mesmo com câmeras simples, é possível ter bons resultados. Basta ficar atento ao animal e clicar no momento certo! Pensando nisso, daremos algumas dicas que vão ajudar bastante na hora da foto.
czarUse a curiosidade de um gato a seu favor (Foto: Isabela Catão)398754_246822145389319_181758725228995_624850_2043578902_nDeixe que o animal se acomode ao tecido escolhido (Foto: Isabela Catão)_MG_0303Em ambientes externos, deixe o animal sempre em destaque (Foto: Isabela Catão)_MG_0349Use petiscos como "isca" (Foto: Isabela Catão)387755_246821372056063_181758725228995_624829_871285069_nA rapidez é algo importante na hora da foto (Foto: Isabela Catão)407955_246821722056028_181758725228995_624841_484881413_nOpte por usar sempre a iluminação natural do ambiente (Foto: Isabela Catão)
Ao contrário do que muitos pensam, uma boa saída é escolher um dia nublado para fazer o ensaio com seu bichinho. Assim você terá uma iluminação sem grandes variações e ganhará mais liberdade para escolher o fundo, sem um sol forte em sua direção.
Em caso de fotos em local fechado, a sugestão é buscar um tecido neutro e adotá-lo como fundo da imagem. Neste caso, é importante primeiro acostumar o animal ao tecido, deixando-o à vontade. Já no caso de ambientes externos, procure deixar o animal em destaque, longe dos elementos em volta. Escolha algo simples e sem grande poluição visual, para que o bicho fique em destaque.
Uma dica é usar petiscos para ajudar a atrair a atenção do animal e incentivar que ele responda aos comandos dados. Separe alguns brinquedos que façam barulho, assim, quando quiser um olhar curioso, você pode usá-lo como “isca”. E, claro, não se esqueça de escovar a pelagem do animal e dar um bom banho nele antes da sessão.
Depois de todas as dicas essenciais para o ensaio do seu animal, finalmente chega a hora da foto. Lembre-se que quanto maior a velocidade do disparador da sua câmera, melhor. Em câmeras compactas, nas quais geralmente não é possível alterar a velocidade, você pode optar pela função “esportes” para não ter fotos borradas e conseguir congelar o momento.
No entanto, lembre-se também que quanto maior a velocidade, mais iluminado deve ser o ambiente (a velocidade do obturador nada mais é do que o tempo que a luz tem para ser captada), então diminua o diafragma em sua câmera e, se precisar, aumente o ISO.
O mais importante é ter paciência. Procure ficar no mesmo ângulo de visão do animal e deixe seu equipamento pronto para a foto, aguardando o momento certo do click. Às vezes isso pode durar horas ou segundos, esteja sempre alerta.
Evite usar flash. Procure sempre por iluminação natural, assim não correrá o risco dos olhos do animal saírem vermelhos.
Deixe o seu animal bem à vontade para não deixá-lo estressado, ou ele poderá não cooperar nas fotos. Aproveite as brincadeiras e capture momentos inusitados, assim suas imagens serão divertidas e originais.
Essas foram algumas dicas que podem te ajudar na hora da foto. Bons clicks!
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quarta-feira, 5 de setembro de 2012

PetDica: Coleira não serve só para conduzir e enfeitar os cachorros

Saiu no jornal A Cidade:


Coleira não serve só para conduzir e enfeitar os cachorros (link)

Para cumprir sua função, acessório deve se adequar ao porte, à raça e ao comportamento

Valeska Mateus
A coleira da cadela Vida, da top Gisele Bundchen, ficou famosa pelos seus cristais swarovski. O acessório tornou-se um adereço que muitos donos até personalizam para seus cães. Mas, além da questão estética, a coleira precisa garantir conforto e segurança ao animal e às pessoas. Por isso, ao escolher o modelo é preciso levar em conta porte, raça e comportamento do animal.
"A coleira tem a função de conduzir o cão durante os passeios e restringir seu acesso a situações de perigo. A estética é secundária. O importante para o acessório é ser leve, resistente, confortável e seguro para o cão", ensina o adestrador André Barreto.
Para cães que não têm o hábito de puxar a coleira, um modelo apenas com a função de apoiar o animal é suficiente. "Na maioria dos casos uma guia e uma coleira de nylon leves, confortáveis e resistentes resolvem", fala Barreto.
Fábio Crestani Pereira, proprietário da Bichos e Caprichos, ressalta que a qualidade do material, das costuras e do fecho, bem como a forma de regular o tamanho da coleira também são itens importantes.
"O modelo deve respeitar a anatomia do cão, suas limitações físicas, precisa ser confortável, permitir fácil acesso para ele cheirar, movimentar-se e ter tamanho suficiente para evitar que haja tensão na guia ou coleira durante o seu uso", ressalta o adestrador.

A peitoral é a melhor opção para cães pequenos. "Mas como o peitoral estimula o cão a puxar, quanto maior ele for, maior será a dificuldade para conduzi-lo", alerta Barreto.
O principal risco da escolha errada é o animal conseguir escapar do acessório.  "A coleira de pescoço em raças muito pequenas pode sair do animal, principalmente se o ajuste não está adequado", cita Pereira.
Comportamento
Alguns modelos têm também a função educativa, como é o caso do "enforcador", que tem característica de treinamento. "Ajuda a treiná-lo até que se acostume a andar ao lado do dono", explica o empresário Pereira. É ideal, segundo ele, para raças como pitbull. "Se colocar uma peitoral, por exemplo, ficará puxando e o dono precisará colocar muita força para não ser arrastado pelo cão", acrescenta.
Os modelos de enforcadores de corda, nylon ou de couro ou os ajustáveis com limitador são melhores por serem mais confortáveis e seguros para o cão. "Mas quando não são utilizados corretamente, o cão se acostuma com o desconforto do enforcador e continua puxando a guia, sendo enforcado o tempo todo durante o passeio", alerta o adestrador André Barreto.
O adestrador comenta que, se usada de forma correta, a coleira será um acessório de contenção e treinamento. Mas só irá ajudar na mudança de comportamento do cão se ele aprender a respeitá-la, comportando-se melhor durante o seu uso. "Algumas teorias de que certos tipos de coleira deixarão o cão menos dominante e mais confiante são um exagero. O que muda o comportamento de um cão é o condicionamento não a coleira", opina.
Há modelos com funções específicas
Além dos modelos tradicionais, o mercado oferece até coleiras com GPS, para localizar animais fujões, e as antilatido, que são acionadas a partir da vibração das cordas vocais do animal. Quando ele late, a coleira emite uma correção sonora em uma intensidade que o incomoda. Mas o adestrador André Barreto tem ressalvas em relação a esses produtos. "Dependendo do modelo não indico, como coleiras que dão choque, por exemplo. Muitas vezes elas geram mais problemas comportamentais ao cão. As que espirram produtos nem sempre funcionam", justifica.
Segundo ele, no lugar de procurar soluções desse tipo, o dono deve, em primeiro lugar, checar se está suprindo as necessidades básicas do cão, como água, comida, atenção, carinho, companhia e atividades física e mental. "Se mesmo assim ele late em excesso, deve procurar um especialista com experiência em comportamento para auxiliar no treinamento", aconselha.
Já a Headcollar é uma coleira que envolve a cabeça e o focinho do cão, o que torna mais fácil sua condução sem machucar e nem enforcar. De acordo com Barreto é uma espécie de cabresto para cachorro. "Excelente opção para condução e controle de cães médios e grandes, principalmente para aqueles que puxam muito a guia ou com problemas de agressividade com pessoas ou animais. Facilita muito o controle do cão", afirma.
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