quarta-feira, 12 de setembro de 2012

PetDica: Como usar corretamente a palavra NÃO

Saiu no blog do Dr.Pet e é bem interessante!


Como usar corretamente a palavra NÃO (link)

Por Equipe Cão Cidadão
apresentar caes a outros caes 300x214 Como usar corretamente a palavra NÃO
Muitos donos de cães nos relatam que seus pets não sabem o sentido da palavra "não". Inclusive, parecem até que entendem o contrário, pois mesmo ouvindo o "não" continuam fazendo o comportamento errado e, muitas vezes, ficam até mais entusiasmados depois de ouvir a bronca! Isso acontece pois realmente o cão não sabe o que o "não" quer dizer, porque não foram ensinados apropriadamente.
Como todo comando, o "não" também deve ser ensinado. Primeiramente, é importante entender o que essa palavra significa. Para muitos, é simplesmente uma bronca, uma palavra para sinalizar que o cão ficará de castigo se continuar tendo um comportamento errado. Mas o "não" deve passar a seguinte mensagem: "Você não vai conseguir o que você quer, portanto pare!". Como fazer o animal entender isso? Com o cão usando guia e coleira, você pode fazer um rápido treino, jogando um petisco no chão, fora do alcance do cachorro. Assim que ele tentar pegar a comida, e a guia esticar, diga "não"! – se assegurando que ele não conseguirá pegar o petisco. Desta forma, estamos mostrando, sem sustos, medo ou violência, o que o "não" significa: "Você não vai conseguir pegar o petisco". Repita o exercício algumas vezes, e lembre-se de recompensar o pet se ele não tentar mais pegar a comida do chão. Esse exercício pode ser repetido em outras situações, como ao passar por uma porta, por exemplo. Se seu cão sair em disparada, assim que a guia esticar fazendo com que ele não passe pela porta, fale o "não". Se ele não tentar passar, lembre-se de recompensá-lo! Frustrando as tentativas do animal de fazer algo errado, ensinamos limites de forma clara e gentil.
Agora seu pet já sabe o que significa o "não", seguem abaixo mais algumas dicas que ajudarão você e seu amigo a se entenderem melhor:
• O "não" deve ser dito antes de o cão realizar o comportamento errado, não depois que já fez. Por exemplo: não adianta dar a bronca depois que o cachorro já subiu no sofá, mas sim quando ele ainda está no chão, prestes a pular;
• Evite falar o "não" à toa. Um exemplo é quando estamos muito distantes de um cão para evitar um comportamento errado, e começamos a gritar "não!! não!!". Neste caso, é provável que o cãozinho nem relacione a sua bronca com o comportamento indesejado;
• Cuidado para não usar o nome do seu cão junto à bronca. "Totó, não!! Não, Totó!!!". Logo, ele irá associar que seu nome também tem uma característica punitiva, e poderá até evitar vir quando chamado, pois entende que fez algo errado;
• Lembre-se de que muitos cães têm comportamentos errados, pois só assim conseguem a atenção das pessoas. Um exemplo é o pet que percebe que, sempre ao pular no sofá, alguém aparece para dar um bronca e tirá-lo de lá. Se o cãozinho deseja interação, passará a repetir o comportamento errado, ignorando o não, pois conseguiu o que queria — a atenção de alguém. Por isso, além de ensinar o significado do "não", é ainda mais importante ensinar comandos e comportamentos substitutos, para que o cachorro chame atenção das pessoas e seja recompensado pelos comportamentos certos.
A metodologia do Adestramento Inteligente visa recompensar os comportamentos desejados para que eles ocorram com mais frequência, e impedir ou interromper os comportamentos errados, para que esses parem de acontecer. Nunca interrompa ou puna seu cão de forma brusca, violenta ou agressiva. Lembre-se de que, focar nas atitudes corretas é a melhor forma de ensinar comportamentos corretos e duradouros ao seu amigo de quatro patas!
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Texto: Juliana Yuri (Adestradora da Cão Cidadão)
Revisão e Edição Final: Alex Candido

Petbooking - o jeito certo de encontrar o hotel para seu cachorro ou gato

terça-feira, 11 de setembro de 2012

PetNotícia: Donos investem na alimentação vegetariana para os seus animais. Vale a pena?

Reportagem muito interessante! Saiu no R7:


Donos investem na alimentação vegetariana para os seus animais. Vale a pena? (link)

Descubra se esse tipo de dieta tão divulgada faz bem aos bichos de estimação
Do R7

Você, que é vegetariano, faz questão de impor essa mesma dieta ao seu bichinho de estimação?
Gosta de ver seus pets treinados para trocar a carne por legumes, frutas e verduras?
Mas será que esse tipo de alimentação, tão divulgada ultimamente, faz bem aos cães e gatos?
No vídeo abaixo, veterinários comentam essa nova moda e explicam se ela pode ou não ser mantida por quem quer uma dieta mais natural para o seu bichinho.
Assista abaixo.



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quinta-feira, 6 de setembro de 2012

PetDica: Dicas para fotografar melhor seus animais de estimação

 Saiu no Techtudo:


Dicas para fotografar melhor seus animais de estimação (link) 

Se você tem um bichinho de estimação, certamente já tentou fotografá-lo e, ao fazer isso, percebeu que não é uma foto fácil de fazer. Saiba que até os fotógrafos profissionais levam certo tempo para conseguir a imagem que querem. No entanto, mesmo com câmeras simples, é possível ter bons resultados. Basta ficar atento ao animal e clicar no momento certo! Pensando nisso, daremos algumas dicas que vão ajudar bastante na hora da foto.
czarUse a curiosidade de um gato a seu favor (Foto: Isabela Catão)398754_246822145389319_181758725228995_624850_2043578902_nDeixe que o animal se acomode ao tecido escolhido (Foto: Isabela Catão)_MG_0303Em ambientes externos, deixe o animal sempre em destaque (Foto: Isabela Catão)_MG_0349Use petiscos como "isca" (Foto: Isabela Catão)387755_246821372056063_181758725228995_624829_871285069_nA rapidez é algo importante na hora da foto (Foto: Isabela Catão)407955_246821722056028_181758725228995_624841_484881413_nOpte por usar sempre a iluminação natural do ambiente (Foto: Isabela Catão)
Ao contrário do que muitos pensam, uma boa saída é escolher um dia nublado para fazer o ensaio com seu bichinho. Assim você terá uma iluminação sem grandes variações e ganhará mais liberdade para escolher o fundo, sem um sol forte em sua direção.
Em caso de fotos em local fechado, a sugestão é buscar um tecido neutro e adotá-lo como fundo da imagem. Neste caso, é importante primeiro acostumar o animal ao tecido, deixando-o à vontade. Já no caso de ambientes externos, procure deixar o animal em destaque, longe dos elementos em volta. Escolha algo simples e sem grande poluição visual, para que o bicho fique em destaque.
Uma dica é usar petiscos para ajudar a atrair a atenção do animal e incentivar que ele responda aos comandos dados. Separe alguns brinquedos que façam barulho, assim, quando quiser um olhar curioso, você pode usá-lo como “isca”. E, claro, não se esqueça de escovar a pelagem do animal e dar um bom banho nele antes da sessão.
Depois de todas as dicas essenciais para o ensaio do seu animal, finalmente chega a hora da foto. Lembre-se que quanto maior a velocidade do disparador da sua câmera, melhor. Em câmeras compactas, nas quais geralmente não é possível alterar a velocidade, você pode optar pela função “esportes” para não ter fotos borradas e conseguir congelar o momento.
No entanto, lembre-se também que quanto maior a velocidade, mais iluminado deve ser o ambiente (a velocidade do obturador nada mais é do que o tempo que a luz tem para ser captada), então diminua o diafragma em sua câmera e, se precisar, aumente o ISO.
O mais importante é ter paciência. Procure ficar no mesmo ângulo de visão do animal e deixe seu equipamento pronto para a foto, aguardando o momento certo do click. Às vezes isso pode durar horas ou segundos, esteja sempre alerta.
Evite usar flash. Procure sempre por iluminação natural, assim não correrá o risco dos olhos do animal saírem vermelhos.
Deixe o seu animal bem à vontade para não deixá-lo estressado, ou ele poderá não cooperar nas fotos. Aproveite as brincadeiras e capture momentos inusitados, assim suas imagens serão divertidas e originais.
Essas foram algumas dicas que podem te ajudar na hora da foto. Bons clicks!
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quarta-feira, 5 de setembro de 2012

PetDica: Coleira não serve só para conduzir e enfeitar os cachorros

Saiu no jornal A Cidade:


Coleira não serve só para conduzir e enfeitar os cachorros (link)

Para cumprir sua função, acessório deve se adequar ao porte, à raça e ao comportamento

Valeska Mateus
A coleira da cadela Vida, da top Gisele Bundchen, ficou famosa pelos seus cristais swarovski. O acessório tornou-se um adereço que muitos donos até personalizam para seus cães. Mas, além da questão estética, a coleira precisa garantir conforto e segurança ao animal e às pessoas. Por isso, ao escolher o modelo é preciso levar em conta porte, raça e comportamento do animal.
"A coleira tem a função de conduzir o cão durante os passeios e restringir seu acesso a situações de perigo. A estética é secundária. O importante para o acessório é ser leve, resistente, confortável e seguro para o cão", ensina o adestrador André Barreto.
Para cães que não têm o hábito de puxar a coleira, um modelo apenas com a função de apoiar o animal é suficiente. "Na maioria dos casos uma guia e uma coleira de nylon leves, confortáveis e resistentes resolvem", fala Barreto.
Fábio Crestani Pereira, proprietário da Bichos e Caprichos, ressalta que a qualidade do material, das costuras e do fecho, bem como a forma de regular o tamanho da coleira também são itens importantes.
"O modelo deve respeitar a anatomia do cão, suas limitações físicas, precisa ser confortável, permitir fácil acesso para ele cheirar, movimentar-se e ter tamanho suficiente para evitar que haja tensão na guia ou coleira durante o seu uso", ressalta o adestrador.

A peitoral é a melhor opção para cães pequenos. "Mas como o peitoral estimula o cão a puxar, quanto maior ele for, maior será a dificuldade para conduzi-lo", alerta Barreto.
O principal risco da escolha errada é o animal conseguir escapar do acessório.  "A coleira de pescoço em raças muito pequenas pode sair do animal, principalmente se o ajuste não está adequado", cita Pereira.
Comportamento
Alguns modelos têm também a função educativa, como é o caso do "enforcador", que tem característica de treinamento. "Ajuda a treiná-lo até que se acostume a andar ao lado do dono", explica o empresário Pereira. É ideal, segundo ele, para raças como pitbull. "Se colocar uma peitoral, por exemplo, ficará puxando e o dono precisará colocar muita força para não ser arrastado pelo cão", acrescenta.
Os modelos de enforcadores de corda, nylon ou de couro ou os ajustáveis com limitador são melhores por serem mais confortáveis e seguros para o cão. "Mas quando não são utilizados corretamente, o cão se acostuma com o desconforto do enforcador e continua puxando a guia, sendo enforcado o tempo todo durante o passeio", alerta o adestrador André Barreto.
O adestrador comenta que, se usada de forma correta, a coleira será um acessório de contenção e treinamento. Mas só irá ajudar na mudança de comportamento do cão se ele aprender a respeitá-la, comportando-se melhor durante o seu uso. "Algumas teorias de que certos tipos de coleira deixarão o cão menos dominante e mais confiante são um exagero. O que muda o comportamento de um cão é o condicionamento não a coleira", opina.
Há modelos com funções específicas
Além dos modelos tradicionais, o mercado oferece até coleiras com GPS, para localizar animais fujões, e as antilatido, que são acionadas a partir da vibração das cordas vocais do animal. Quando ele late, a coleira emite uma correção sonora em uma intensidade que o incomoda. Mas o adestrador André Barreto tem ressalvas em relação a esses produtos. "Dependendo do modelo não indico, como coleiras que dão choque, por exemplo. Muitas vezes elas geram mais problemas comportamentais ao cão. As que espirram produtos nem sempre funcionam", justifica.
Segundo ele, no lugar de procurar soluções desse tipo, o dono deve, em primeiro lugar, checar se está suprindo as necessidades básicas do cão, como água, comida, atenção, carinho, companhia e atividades física e mental. "Se mesmo assim ele late em excesso, deve procurar um especialista com experiência em comportamento para auxiliar no treinamento", aconselha.
Já a Headcollar é uma coleira que envolve a cabeça e o focinho do cão, o que torna mais fácil sua condução sem machucar e nem enforcar. De acordo com Barreto é uma espécie de cabresto para cachorro. "Excelente opção para condução e controle de cães médios e grandes, principalmente para aqueles que puxam muito a guia ou com problemas de agressividade com pessoas ou animais. Facilita muito o controle do cão", afirma.
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terça-feira, 4 de setembro de 2012

PetNotícia: Os animais também sofrem com a depressão do fim das férias

Você sabia disso? Saoi no UOL.


Os animais também sofrem com a depressão do fim das férias (link)

PARIS, 30 Ago 2012 (AFP) -Com o fim das férias, acabam-se os passeios, as brincadeiras, as viagens ou o 'dolce far niente' e, como os humanos, a depressão desse período de diversão e descanso também atinge os animais.

Latidos, choro, sapatos e móveis roídos, lixo revirado e xixi no tapete são indícios que devem servir de alerta aos donos sobre o mal-estar de seu bichinho de estimação.

Segundo a especialista em comportamento animal, Aline Aublé, se um cachorro late sem parar e destrói os móveis da casa depois de ter passado férias com seu dono ou com um membro da família, isso quer dizer que ele está sofrendo da falta de companhia e está com depressão do fim das férias.

"Em cada volta das férias, minha gata, Katou, faz suas necessidades na minha cama durante dias", relata Philippe Uzan, dono de uma siamesa.

"Naná não quer comer e me está me ignorando", conta Monique Gastinel, falando de sua cachorra, um pastor alemão, que se comporta dessa maneira quando ela retoma o trabalho depois de várias semanas de férias na praia.

"Mas, por favor, não os castiguem!", pede a especialista. "Mexer com as coisas do dono é a forma do animal manter contato com ele", acrescenta. "No entanto, os donos devem acostumá-los a ficar sozinho de novo para evitar os latidos incessantes, a destruição e objetos e a falta de apetite", explica ainda.

Tanto como para os cães, como para os gatos, os profissionais aconselham que os animais sejam ocupados com jogos enquanto os donos estão no trabalho e as crianças na escola.

"Recomendo esconder brinquedos ou ossinhos em diferentes lugares da casa, pois assim os animais podem se manter ocupados uma boa parte do dia", aconselha, por sua vez, a veterinária Céline Moussour.

Restaurar rituais

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Segundo Moussour, para que o animal permaneça com um bom ânimo, é preciso restabelecer os antigos rituais ao menos uma semana antes do fim das férias.

"Os donos devem continuar passeando com seu cachorro de manhã e de noite, mas passeios mais curtos, e devem alimentá-los em horários regulares, como quando estão trabalhando", explica.

"Quando um gato volta de uma casa com jardim, é preciso deixá-lo dentro de casa durante dois ou três dias para que se acostume novamente ao território e não fuja", afirma a veterinária.

Como os humanos, os animais também comem em excesso durante as férias, e na volta devem restabelecer hábitos alimentares mais saudáveis.

"É preciso reequilibrar a alimentação dos gatos e principalmente dos cachorros", afirmam os especialistas.

No entanto, às vezes os transtornos de comportamento dos animais persistem e se tornam recorrentes.

"Se um animal se nega a comer durante vários dias e fica parado em sua casinha, padece de algo mais profundo que a simples depressão do fim das férias. Neste caso, é preciso consultar um especialistas", recomenda Céline Moussour.

segunda-feira, 3 de setembro de 2012

PetNotícia: Tucuruvi é 'o' bairro pet da zona norte de SP

 Olha aí! Saiu na Folha de São Paulo:


Tucuruvi é 'o' bairro pet da zona norte de SP (link)



Um condomínio com duas fileiras de casas, separadas por uma ruazinha vermelha, é uma espécie de microcosmos da zona norte. Pelo menos quando o assunto é pet.
Ali, junto com as 16 famílias vivem dez cachorros, sete gatos e uma calopsita.
A "soberania" canina faz sentido. Afinal, os cães são os bichos favoritos dos moradores da zona norte de São Paulo, segundo o Datafolha.
De acordo com a pesquisa, 57% dos entrevistados têm animais dentro de casa. Deste total, 44% são cães.
Há mais bicho na região: 14% dos moradores têm gato; 10%, aves e 3%, peixes.
Fabio Braga/Folhapress
A consultora Daniela Antoneli, 40, e sua filha Beatriz, 15, com suas duas cadelas, Kika e Nana
A consultora Daniela Antoneli, 40, e sua filha Beatriz, 15, com suas duas cadelas, Kika e Nana
Mas é no Tucuruvi, distrito do condomínio da ruazinha vermelha que abre esta reportagem, onde prevalece a preferência canina da zona norte: dos entrevistados, 62% afirmaram ter animal de estimação; destes, 53% são donos de cães.
"Sem exageros, minhas cachorrinhas fazem parte da nossa família", empolga-se a consultora empresarial Daniela de Souza, 40.
Há dois meses, a "família" de Daniela aumentou com a chegada de Nani.
Ela explica que o marido foi levar a "dona" da casa, a cadela Kika, de três anos e meio, para tomar banho no pet shop quando cruzou com Nani no caminho.
A cadelinha tinha sido abandonada numa casinha de papel, junto com quatro "irmãozinhos". O marido de Daniela, o cameraman Marcos, não titubeou.
"Na verdade, foi a Nani que nos escolheu", diz, emocionada, a filha de Daniela, a estudante Beatriz, 15.
No momento, a única descontente com a nova hóspede é Kika, que perdeu o título de rainha da casa. "Ela ainda não quer graça com a pequena", conta Daniela.
"É uma questão de tempo. Acho bom ela ir se acostumando, porque se aparecer outra criaturinha dessas no meu caminho, trago mais uma para casa", brinca.

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PetNotícia: Culinária gourmet para cães ganha espaço no Brasil

 Novidades no setor pet! São os bichinhos ganhando cada vez mais espaço! Saiu no Globo Rural.


Culinária gourmet para cães ganha espaço no Brasil (link)

Empresa aposta na produção de alimentos naturais para cachorros e faz sucesso

por Juliana Malacarne I Edição: Vinicius Galera de Arruda
   Divulgação
Cães participam de degustação dos pratos da La Pet Cuisine (Foto: Divulgação)
ração deixou definitivamente de ser a única opção para alimentar seu animal de estimação. Em um mundo que busca cada vez mais práticas saudáveis, nossos fieis companheiros de quatro patas não podiam ficar fora dessa tendência. Depois da crise de 2007, em que milhares de cães e gatos morreram por causa de ração contaminada, o mercado de comida natural para pets cresceu muito, principalmente nos EUA, onde arrecadou U$ 7,6 bi só em 2011. Pensando nessa tendência e na falta de opções no mercado brasileiro, as irmãs Juliana Bechara, médica veterinária, e Veri Noda, chef de cozinha, criaram a La Pet Cuisine, empresa especializada na produção de alimentos naturaisgourmet para cães adultos.
No menu estão quatro tipos de pratos: cordeiro com grão de bico, caçarola de carne e grãos, franguinho da fazenda e risoto vegetariano, com valor nutritivo equivalente a uma ração superpremium e estética de cozinha gourmet. Juliana afirma que o interesse das pessoas é crescente e que a empresa já tem planos de expandir sua linha de produtos para atender também gatos e cães de várias idades. “As pessoas estão se voltando para uma alimentação sem conservantes e aditivos e agora, também têm procurado isso pra seus cães”, disse.
Os pratos do La Pet Cuisine podem ser encontrados em pet shops parceiros e devem ser mantidos congelados até o momento do consumo. Além disso, a empresa oferece o serviço de dieta personalizada caso o cão tenha algum problema de saúde, como alergia a algum componente específico. Para todos os casos, Juliana recomenda que a substituição da ração comum pela alimentação natural seja feita de forma gradativa.
Editora Globo
Na imagem da esquerda, as irmãs Veri Noda (de branco) e Juliana Bechara ( de preto) em um evento de degustação; e na imagem da direita, caçarola com grão de bico, um dos pratos mais pedidos da La Pet Cuisine (Fotos: Divulgação)
Os benefícios da culinária natural vão desde uma pelagem mais brilhosa até possível melhora no funcionamento dos rins, segundo o médico veterinário especialista em nutrição de cães e gatos Marcio Brunetto. “A palatabilidade e a ausência de conservantes são as maiores qualidades desses alimentos. Outra vantagem é que possuem mais águana sua composição, em função do processo de cozimento. Isso é especialmente interessante para animais que bebem pouco líquido”, disse.
Não é só pelo viés gourmet que a culinária para cães vem progredindo. Os petiscos e doces também estão ganhando espaço. Naelson Ribeiro é gerente da Padaria para Cães e Gatos e conta que o local, que serve bolos de aniversário, quibes, esfirras e panetones, recebe até 150 pedidos dependendo do mês. “O mercado está ótimo, temos muitas encomendas, principalmente para as festas de aniversário dos bichinhos”, afirma.
Ribeiro ressalta ainda que os produtos da padaria não substituem a ração e são apenas um agrado para o animal. Para o veterinário Brunetto, esse tipo de produto é uma opção de petisco interessante, mas deve ser oferecido com parcimônia para prevenir sobrepeso e obesidade, um dos principais problemas de saúde animal atualmente.
Pouco importa o estilo, o que está comprovado é que o segmento de comida para animais de estimação não para de crescer no Brasil. Em 2011, segundo dados da Associação Nacional de Fabricantes de Alimentos para Animais(Anfalvepet ) o setor arrecadou R$ 8.28 bilhões, produziu 1,93 milhões de toneladas e a previsão de crescimento em 2012 é de 11,55%.
Receita
Se você gostou da idéia de uma alimentação natural para seu cão, confira a receita que a chefe Veri Noda enviou aoGlobo Rural e que pode ser facilmente feita em casa.
Editora Globo
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