quinta-feira, 29 de novembro de 2012
PetNotícia: Perdeu um cachorrinho, a câmera encontra!
Novidades tecnológicas para os nossos pets! Saiu no O Diário:
Perdeu um cachorrinho, a câmera encontra! (link)
Categorias: Tecnologia
Todo proprietário de animal de estimação pode ser curioso e querer saber mais sobre seus animais de estimação, onde eles tem ido e o que tem feito.
Pensando nisto a industria da tecnologia, criou uma câmera muito simples, em forma de coleira, que leva os olhos do dono no peito do animal.
Você, que é dono de uma animalzinho de estimação, poderá ver o mundo de uma forma nunca vista.
Com uma câmera no pescoço do seu Pet, você poderá vigiar seu bichinho de estimação e também filmar o que ele está vendo.
Imagina as imagens que um gato pode proporcionar com seus saltos mirabolantes e passeios por cima do telhado. Será interessantes assistir as aventuras dele.
Este tipo de câmera, grava som e vídeo, ou ainda se desejar pode ser regulada para tirar milhares de fotos. Como medida de segurança, em geral, existe um Painel de Cristal Liquido (LCD) que exibe o número do seu telefone e a capacidade do cartão de memória. A bateria é embutida e programada para gravação de longa duração e para ser recarregada basta ligar na entrada USB do seu computador, por onde os filmes e as fotos serão descarregadas.
terça-feira, 27 de novembro de 2012
PetNotícia: 11 Adoráveis pets crescendo com seus humanos.
Que delícia de post! Retirado do BuzzFeed:
11 Adorable Pets Growing Up With Their Humans (link) - (tradução: 11 Adoráveis pets crescendo com seus humanos.)
The kids got taller, the animals got grayer, but everyone stayed cute. (Tradução: As crianças ficaram mais altas, os animais grisalhos, mas todos continuaram fofos).
segunda-feira, 26 de novembro de 2012
PetNotícia: Leishmaniose: o cão não é o vilão
Matéria importante a ser lida! Saiu na Exame:
Leishmaniose: o cão não é o vilão (link)
Aumenta a preocupação com a proliferação do mosquito vetor e o contágio de animais de estimação e seres humanos
| A falta de informação aumenta os casos de maus tratos e abandono de animais |
Mariana igueroa / Stock Xchng
São Paulo - No país, quando um animal é diagnosticado com leishmaniose, os órgãos de controle de zoonose o sacrificam. Muitas vezes, apenas a suspeita da doença já é motivo para pôr fim à vida do bicho. A campanha “Prevenção é a única solução”, lançada em setembro deste ano pela associação humanitária de proteção e bem-estar animal Arca Brasil, foi criada para combater a leishmaniose, que ainda é muito comum no Brasil. O objetivo é esclarecer o público em geral sobre a doença, incentivando o debate.
A grande reivindicação da campanha é o fim do sacrifício dos animais de estimação, já que a doença pode ser clinicamente curada. Outro ponto importante é a conscientização dos donos de animais de estimação – grandes hospedeiros da leishmaniose nos centros urbanos – a praticar a posse responsável e cuidar para que seus bichos recebam os cuidados preventivos. Além disso, a Arca Brasil acredita que o combate à doença deve ser focado na eliminação do mosquito, que transmite a doença por meio da picada, e não dos animais portadores da enfermidade.
Fernanda Kerr, veterinária responsável pela campanha da Arca diz que falta investimento do governo em ações educativas. “Para exemplificar, podemos comparar com a campanha contra a dengue, na qual é feito grande investimento em comunicação para informar a população sobre sintomas, prevenção e causa. No caso da leishmaniose, a gente não vê isso. O governo opta por realizar apenas medidas pontuais quando os casos aumentam só que a leishmaniose se alastra rapidamente – já está presente em quase todos os estados do Brasil -, e o desconhecimento pode ser determinante para o aumento dos números da doença”.
A falta de informação aumenta os casos de maus tratos e abandono de animais. Por isso, a Arca Brasil acredita que a capacitação dos profissionais da saúde é imprescindível para lidarmos com a leishmaniose e afirma que a melhor forma de enfrentar a doença é alterando as políticas de prevenção e combate. “Hoje, no Brasil, existem portarias que impedem que o veterinário faça o tratamento da forma adequada, por isso, temos feito grande esforço para esclarecer que a eutanásia não é a primeira opção: ela só é válida quando o animal já não tem condições de responder ao tratamento. Ela não é suficiente para cessar a doença, nem é uma medida correta com relação aos bichos de estimação. As pessoas devem procurar orientação jurídica e conseguir autorização para cuidar adequadamente de seus animais.”, afirma Fernanda.
Qualquer doença sempre traz preocupação, mas as que podem atacar tanto seres humanos quanto animais de estimação causam ainda mais alerta. A Leishmaniose Visceral Humana (LVH) é uma doença comum, porém ainda é cercada de mitos. É transmitida por um mosquito, que serve como vetor, conhecido como “mosquito palha” ou “birigui”, fácil de ser identificado pela cor, geralmente castanho claro.
Uma vez transmitida a um hospedeiro, a doença não é contagiosa ou infecciosa. Porém, devido à falta de informação sobre o assunto, a população encontra dificuldades para lidar com a leishmaniose. A falta de uma política pública adequada tem, como consequência, a morte de animais de estimação e o aumento na quantidade de pessoas contaminadas em diversas regiões do Brasil.
Existem dois tipos de leishmania (vírus): a L.infantum e a L.donovani. O segundo é desenvolvido pelos ratos e transmitida por meio de sua urina para os seres humanos; é considerado o mais grave. Já o primeiro, é o tipo mais comum no Brasil: doença contagiosa (zoonose) tanto para humanos quanto para animais.
“A leishmaniose é uma das principais zoonoses mundiais, e mesmo assim, ainda é negligenciada. A doença está presente em países com características em comum, lugares com zonas tropicais - como o Brasil - acabam tendo uma maior disseminação da doença devido ao ambiente, mas a leishmaniose também está muito ligada a questões sociais e econômicas. Até os anos 1980, ela era localizada na região nordeste, devido à ausência de infraestruturas básicas e questões nutricionais. Quando a pessoa já está fisicamente debilitada, não tem condições físicas de responder ao tratamento, que se torna mais difícil e arriscado. Hoje em dia, já temos registros de casos em grandes cidades brasileiras e no exterior, em países como França e Espanha, a leishmaniose não está mais restrita a um determinado lugar, ela é uma doença mundial”, diz Fernanda.
Para mais informações sobre a leishmaniose e a campanha “Prevenção é a única solução” acesse o site do movimento.
PetNotícia: Pet shop de Curitiba oferece 'creche' para animais de estimação
Para o pessoal de Curitiba! Saiu no G1:
Pet shop de Curitiba oferece 'creche' para animais de estimação (link)
Donos deixam o animal no início do dia e retiram no início da noite. Ideia foi criada para ser um diferencial no setor, que cresce a cada ano.
Em Curitiba, onde há quase 2 mil pet shops, muitos negócios precisam criar alternativas para atrair clientes e “fidelizar” os animais. Uma dessas lojas especializadas criou uma creche para cães. Nela, os animais são deixados pelos donos durante a manhã e recolhidos à noite.
Pet shop de Curitiba oferece 'creche' para animais de estimação (link)
Donos deixam o animal no início do dia e retiram no início da noite. Ideia foi criada para ser um diferencial no setor, que cresce a cada ano.
Em Curitiba, onde há quase 2 mil pet shops, muitos negócios precisam criar alternativas para atrair clientes e “fidelizar” os animais. Uma dessas lojas especializadas criou uma creche para cães. Nela, os animais são deixados pelos donos durante a manhã e recolhidos à noite.
Ao longo do dia, os cães são acompanhados por monitores. Além de banho e tosa, os cães podem ficar soltos e brincar durante o período em que ficam no local. Há, inclusive, uma piscina para os animais poderem nadar.
“Em qualquer local, qualquer esquina, você encontra um pet shop, hoje em dia”, diz Sandra Marcon, dona do estabelecimento. Nos últimos três anos, o segmento cresceu 18% em todo o país.
Os gastos que os donos têm com os animais podem ultrapassar R$ 100 mensais, conforme o porte e a raça dos animais. “Para você ter um cachorro ou um gatinho em casa, tem que avaliar os custos que vai ter”, lembra a veterinária Patrícia Thiessen.
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